A simplicidade do caos: como a correria do dia a dia abre a porta para o ataque mais criativo.

A gente sempre imagina o hacker como um gênio recluso, quebrando códigos complexos em um porão escuro.
A senha era ‘LOUVRE’: Quando o castelo cai por dentro.

Quero começar com um caso real que parece piada de mau gosto: o Museu do Louvre sofreu um assalto às joias, e uma das senhas do seu sistema de videovigilância era, pasmem, “LOUVRE”.